Informações da Região Metropolitana de Campinas - RMC

Unidade regional do Estado de São Paulo criada pela Lei Complementar Estadual nº 870, de 19 de Junho de 2000, sendo constituída pelo agrupamento dos seguintes 20 municípios: Americana, Arthur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Morungaba, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara d’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.


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Possui uma área de 3.840 Km2 e uma população de 3.004.083 habitantes.
A Região apresenta uma diversificada produção industrial, principalmente em setores dinâmicos e de alto input científico/tecnológico, com destaque para municípios de Campinas, Paulínia, Sumaré, Santa Bárbara D´Oeste e Americana, o que tem resultado em crescentes ganhos de competitividade nos mercados internos e externos.

A Região Metropolitana de Campinas vem conquistando e consolidando, nos últimos anos, uma importante posição econômica nos cenários estadual e nacional. Essa área, contígua à Região Metropolitana de São Paulo, possui um parque industrial moderno, diversificado e composto por segmentos de natureza complementar. Apresenta uma estrutura agrícola e agroindustrial bastante significativa, desempenhando atividades terciárias com uma especialização expressiva.

Destaca-se, ainda, a presença, na região, de centros inovadores no campo das pesquisas científica e tecnológica, com a importante presença de centros universitários de renome nacional e internacional.

A RMC conta, também, com a presença do Aeroporto de Viracopos, o segundo maior do País, estando localizado no município de Campinas. O Aeroporto de Viracopos registra um fluxo de cargas de cerca de 154 mil toneladas anual, embarcadas e desembarcadas em vôos internacionais.
Um terço das mercadorias, exportadas e importadas, passa por Viracopos, que, juntamente com os Aeroportos de Guarulhos e do Rio de Janeiro, respondem por 93% do fluxo anual de cargas do País.


Aspectos Econômicos
Nos últimos anos, a região de Campinas vem ocupando e consolidando uma importante posição econômica nos níveis estadual e nacional. Essa área, contígua à Região Metropolitana de São Paulo, comporta um parque industrial moderno, diversificado e composto por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial bastante significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização.

Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e tecnológica, bem como do Aeroporto de Viracopos, localizado no município de Campinas, o segundo maior do País. Viracopos registra um fluxo anual de cargas embarcadas e desembarcadas em vôos internacionais de cerca de 176 mil toneladas. De cada três toneladas de mercadorias exportadas e importadas, uma passa por Viracopos, que, juntamente com os aeroportos de Guarulhos e do Rio de Janeiro, respondem por 82% do fluxo anual de cargas do País.


Produto Interno Bruto (PIB)
A produção industrial diversificada – com ênfase em setores dinâmicos e de alto input científico / tecnológico, notadamente nos municípios de Campinas, Paulínia, Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Jaguariúna – vem resultando em crescentes ganhos de competitividade nos mercados internos e externos.

A região exibe um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 91,8 bilhões. Sua renda per capita é bastante significativa se comparada à do Estado de São Paulo e Brasil (Região Metropolitana de Campinas = 6,777 dólares, Estado de São Paulo = 4,692 dólares e Brasil = 3,326 dólares).



Sistema Viário
A Região conta com amplo sistema viário, ramificado e de boa qualidade, tendo como eixos principais: as Vias Bandeirantes e Anhangüera, em direção ao município de Limeira, e a Rodovia SP–304, rumo a Piracicaba. Há ainda a Rodovia D. Pedro I, que faz ligação com o Vale do Paraíba. Aspectos Urbanos A malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, organizada em torno de algumas cidades de portes médio e grande, revelando processos de conurbação já consolidados ou emergentes.

As especificidades dos processos de urbanização e industrialização ocorridos na região provocaram mudanças muito visíveis na vida das cidades. De um lado, acarretaram desequilíbrios de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. De outro, geraram grandes potencialidades e oportunidades em função da base produtiva (atividades modernas, centro de tecnologia de ponta etc.).


Por fim, a região apresenta uma boa qualidade de vida, onde os municípios destacam-se, ainda, por apresentar os seus IDH entre os mais altos do Estado de São Paulo e do Brasil, variando entre 0,857 (Vinhedo) e 0,783 (Monte Mor).


Fontes: AgenCamp e EMPLASA



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