Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 51)

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Vinícius Dottaviano
viniciuspsique@hotmail.com
 

A cada dia que passa, me surpreendo mais e mais ao ouvir as pessoas (tanto desconhecidos(as), amigos(as), e pacientes), falando com convic√ß√£o, frases conhecidas, tidas como verdades, sobre as quais pouco refletiram. Preconizo que elas correspondem √†s cren√ßas e pontos de vista que herdamos daqueles(as) que nos antecederam. Por outro lado, penso que temos o dever de repensar tudo, uma vez que novos conhecimentos podem criar maneiras mais sofisticadas de encarar os temas que tanto nos interessam. Explico... Uma destas frases que mais acredito: ‚Äúse eu n√£o conseguir me amar primeiro, n√£o serei capaz de amar ningu√©m‚ÄĚ. Isso √© dito e pensado a prop√≥sito da possibilidade de estabelecermos um relacionamento √≠ntimo, est√°vel e de boa qualidade. N√£o estou falando aqui em termos gen√©ricos, de modo que ela n√£o est√° diretamente ligada ao ditame b√≠blico de que devemos ‚Äúamar ao pr√≥ximo como a n√≥s mesmos‚ÄĚ.

O ‚Äúpr√≥ximo‚ÄĚ do texto b√≠blico √© qualquer pessoa com a qual estabelecemos algum tipo de rela√ß√£o e n√£o aquele ser especial com quem queremos estabelecer um relacionamento √≠ntimo, de prefer√™ncia est√°vel e definitivo. Al√©m disso, penso que a id√©ia religiosa diz respeito ao tratamento e aos direitos, ou seja, de que devemos considerar os outros como portadores(ras) de direitos iguais √†queles que atribu√≠mos a n√≥s mesmos(as).

A forma como tenho preconizado acerca dos assuntos sobre o amor e o afeto n√£o nos permite falar nestes sentimentos por si mesmos. Isso porque eles acontecem sempre em condi√ß√Ķes interpessoais. O amor e o afeto correspondem aos sentimentos que temos por aquela pessoa cuja presen√ßa provoca em n√≥s a ador√°vel sensa√ß√£o de paz e aconchego. A primeira manifesta√ß√£o desses sentimentos correspondem ao que acontece na maioria das vezes entre m√£e e filho(a), talvez ainda durante a vida intrauterina, mas, certamente, a partir do nascimento: a crian√ßa, desamparada e amea√ßada por desconfortos de todo o tipo, se sente bem e aconchegada pela presen√ßa f√≠sica da m√£e e a ama; esta, por sua vez, sente enorme prazer em estar com seu beb√™ no colo e sente por ele enorme amor justamente porque ela tamb√©m se sente aconchegada por ele.

O primeiro sentimento interpessoal √© o afeto, que vem antes do sentimento de amor. √Č claro que a crian√ßa, frustrada pela aus√™ncia da m√£e, tamb√©m pode ficar revoltada e chorar muito por se sentir abandonada. Talvez o terceiro sentimento seja mesmo de raiva, que tamb√©m √© interpessoal (depende de um agressor externo). √Ä medida que os meses se passam e a crian√ßa vai se diferenciando, ela passa a pesquisar o mundo que a cerca, inclusive a si mesma. Ao tocar certas partes do seu corpo, experimenta uma sensa√ß√£o muito agrad√°vel de excita√ß√£o. Trata-se de excita√ß√£o sexual, esta sim pessoal e auto-er√≥tica.

Quando se pensa no sexo e amor como parte do mesmo processo, o que n√£o √© o meu ponto de vista, pode-se pensar que exista algum tipo de afei√ß√£o da crian√ßa (e depois do adulto) por si mesmo(a). Acontece que com a separa√ß√£o entre esses dois fen√īmenos (sendo fato que o amor acontece antes do sexo), podemos pensar no sexo como um fen√īmeno pessoal, mas n√£o no amor como tal. Assim, existe autoerotismo, mas n√£o existe amor por si mesmo(a): o amor pede objeto e o primeiro objeto √© nossa m√£e.

Estas considera√ß√Ķes s√£o de natureza mais te√≥rica. Vamos agora √† pr√°tica, na qual constatamos que a grande maioria das pessoas n√£o tem um bom ju√≠zo de si mesma. Isso significa que elas n√£o t√™m boa autoestima, o que costuma ser tratado como sin√īnimo de aus√™ncia de amor por si mesmas. Estima √© uma palavra que pode estar associada a amor, mas tamb√©m significa valor; penso mais neste segundo aspecto, de modo que baixa autoestima significa que n√£o estou satisfeito(a) com o meu jeito de ser. Eu sou o(a) juiz(a) e tamb√©m aquele(a) que √© avaliado(a), no caso, de forma negativa. Se isso, de fato, implicar em incapacidade para amar, podemos afirmar que o amor n√£o existe!!!

O que acontece não é nada disso. Aquele(a) que tem de si um juízo negativo costuma se interessar por alguém que seja o seu oposto. Isso sim é a regra do que acontece na realidade: encantamo-nos pelos que são o oposto de nós, já que não gostamos nem um pouco do nosso jeito de ser. Preconizo que este tipo de aliança um tanto precária e, hoje em dia, com tendência a uma vida curta.

Podemos dizer que quem n√£o tem boa autoestima (express√£o melhor do que ‚Äúaquele(a) que n√£o se ama‚ÄĚ) tende a amar seu oposto. A qualidade deste tipo de relacionamento √© muito duvidosa, de modo que, nesse sentido, podemos dizer que aqueles(as) que t√™m uma boa autoestima (express√£o que substitui, com vantagens, ‚Äúaquele(a) que se ama‚ÄĚ) tendem a estabelecer relacionamentos amorosos mais bem encaixados e bastante mais gratificantes. Ao pensarmos por esta √≥tica e se considerarmos como amor e afeto apenas este segundo tipo de relacionamento, entre pessoas de temperamento e car√°ter afins, podemos dizer que ele depende vitalmente de uma boa autoestima; ou seja: ‚ÄúAcreditam que poucas pessoas se gostam de verdade???‚ÄĚ Cuidado n√£o confundir com ego√≠smo....

Mas j√° vou avisando: ‚ÄúComo ela √© rara, tamb√©m ser√£o raros os relacionamentos amorosos de verdade‚ÄĚ. Explico... Acontece que n√£o me parece razo√°vel pensar assim, j√° que os relacionamentos entre opostos tamb√©m implicam em aconchego e intimidade; apesar dos problemas, conflitos, ci√ļmes e brigas de todos os tipos. Assim, s√≥ poder√≠amos mesmo √© afirmar que para sermos muito felizes no amor temos antes que nos entender conosco mesmos. Talvez seja essencial um avan√ßo na capacidade de ficar bem consigo mesmo(a), de corre√ß√£o daqueles aspectos que n√£o gostamos em n√≥s e de chegar a um estado de concilia√ß√£o com nossa forma de ser, para que possamos estar verdadeiramente prontos(as) para um relacionamento amoroso no qual as del√≠cias do aconchego possam nos satisfazer plenamente.



Continuo na semana que vem,

Boa Semana


Vinícius Dottaviano
Doutorando em Psicologia da Arte (Unicamp), Mestrado em Artes e Educação (Unicamp), Pós-Graduação em Psicoterapia Cognitiva/Comportamental (UNIAnchieta de Jundiaí), Bacharelando em Direito pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Psicologia pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Dança e Artes Corporais (Unicamp) e Licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCC.
Email: viniciuspsique@hotmail.com




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