Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte final)

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Vinícius Dottaviano
viniciuspsique@hotmail.com
 

Mais um ano est√° terminando e percebi muito que todos os seres humanos anseiam pela felicidade... Mas, para libertar-se dos nossos sofrimentos √© preciso, antes de tudo, perguntar a si mesmo(a) se voc√™s querem realmente se separar de suas dores. Esta parece, √† primeira vista, uma pergunta absurda, visto que n√£o tem sentido algu√©m resistir em separar-se da dor... Explico... Isto seria verdadeiro se todos os nossos anseios fossem plenamente conscientes. Mas n√£o √© o que ocorre. A maior parte das motiva√ß√Ķes que guiam o comportamento da humanidade √© inconsciente e acreditem, muitos(as) n√£o sabem e ou n√£o acreditam nisso.

Preconizo que √© necess√°rio que todos entendam que existem mecanismos inconscientes que nos mant√©m presos(as) √† nossa infelicidade e que acabam at√© mesmo nos levando a sentir certo conforto no conv√≠vio com o sofrimento (por isso que as religi√Ķes ainda imperam), e √© este o primeiro passo no caminho da liberta√ß√£o

Se voc√™s desejam de fato livrar-se das dores, precisam, antes de qualquer coisa, estarem cansados(as) de sofrer. Somente quando o sofrimento n√£o lhe trouxerem mais nenhuma ‚Äúvantagem‚ÄĚ, e h√° quem encontre vantagens no sofrimento, como por exemplo, para dar sentido as suas vidas, para obter a aten√ß√£o das pessoas ou para n√£o enfrentar os desafios reais da vida e manterem-se apoiados(as) nos outros; ent√£o voc√™s se sentir√£o motivados(as) por uma vontade inabal√°vel de alcan√ßar o equil√≠brio interior, expandir a consci√™ncia e procurar se libertar de tudo e de todos. Mas tamb√©m preconizo que a vontade precisa ser muito grande para que algu√©m se disponha a enfrentar seja o que for, para alcan√ßar a paz, visto que as dificuldades ser√£o muitas e a mente se encarregar√° de mandar in√ļmeras mensagens para que a pessoa desista no meio do caminho.

A auto-observa√ß√£o permanente sobre as motiva√ß√Ķes que guiam cada uma de nossas atitudes diante da vida nos permite perceber quais as amarras que nos prendem √†s situa√ß√Ķes de sofrimento e n√£o nos deixam avan√ßar no encontro com nossa paz interior, e por isso falei tanto de afeto este ano que passou.

Destaco aqui tamb√©m, que sempre que voc√™s sentirem dificuldades em alcan√ßar seus objetivos, observem atentamente se n√£o existe dentro de voc√™s uma parte que por medo, cren√ßas infundadas, covardia, comodismo ou outra raz√£o qualquer, deseja que tudo permane√ßa exatamente como est√°. Da√≠ acho que aos poucos, voc√™s perceber√£o claramente se existem motivos inconscientes que v√™m determinando suas fugas, esquivas, medos, limita√ß√Ķes e por que voc√™s n√£o tem tido sucesso no caminho de dar e receber afeto.

Desejar ardentemente a paz interior √© o segundo passo, mas, antes dele, √© preciso estar verdadeiramente cansado(a) do sofrimento, pois somente isto nos dar√° a perseveran√ßa e disciplina necess√°rias para iniciar a busca; pois, percebo tanto nas rela√ß√Ķes sociais como no consult√≥rio que as coisas que est√£o causando nossas mis√©rias, sofrimentos e mazelas, devem estar dando a voc√™s algum prazer tamb√©m, de outro modo o problema n√£o surgiria. Se elas fossem pura desilus√£o voc√™s as teriam abandonado. Mas na vida nada √© puro, tudo √© misturado com o seu oposto. Tudo carrega o oposto em seu interior.

O que voc√™s chamam de sofrimento, mis√©ria, infelicidade e mazelas, analise-as de verdade, penetrem no seu interior e voc√™s ver√£o se realmente s√£o algo que voc√™s gostariam de ter de verdade. Talvez nem seja, voc√™s nem necessitem de verdade aquilo que desejam, ou ainda nem seja real, talvez seja somente uma esperan√ßa, uma promessa para amanh√£ e algo esperado que aconte√ßa. N√≥s todos(as) tentamos suportar tudo isso, na esperan√ßa da felicidade e do prazer. Ent√£o, pe√ßo que a partir de hoje, voc√™s observem mais, sejam mais alertas sobre suas infelicidades, problemas e desilus√Ķes, vejam o que realmente os seus desejos est√£o causando, e porque voc√™s est√£o apegados(as) a estes desejos. E tenho certeza que descobrir√£o que n√£o √© a primeira vez que voc√™s est√£o se apegando a estes desejos e descobrir√£o que eles t√™m sido ‚Äúo padr√£o‚ÄĚ de toda a sua vida e voc√™s n√£o tem chegado a lugar algum (quantos planos adiados neste ano, n√£o???).

Vejo infelizmente muitos(as) de vocês andando em círculos, vocês nunca vem para um crescimento real... E em busca do prazeres imediatos apenas descobrem que o êxtase não é prazer, êxtase não é o mesmo que felicidade. Felicidade frequentemente está junto com a infelicidade e o prazer frequentemente está junto com a dor.

Abandonem ambos. Voc√™s quer abandonar suas infelicidades e ent√£o podem ser felizes??? Esta √© uma aproxima√ß√£o absolutamente errada. Voc√™s ter√£o que abandonar ambos. Vendo que eles est√£o juntos, as pessoas a√≠ sim os abandonam. Voc√™s n√£o podem escolher s√≥ uma parte; pois, na vida, tudo tem uma unidade org√Ęnica. Dor e prazer n√£o s√£o duas coisas. Realmente se n√≥s fizermos uma linguagem mais cient√≠fica, n√≥s abandonaremos estas palavras: dor e prazer. N√≥s faremos uma palavra: dorprazer, felicidadeinfelicidade, dianoite, vidamorte. Estas s√£o acreditem, uma √ļnica palavra, porque elas nunca est√£o separadas. E voc√™s querem escolher uma parte: voc√™s quer ter somente as rosas e n√£o os espinhos, voc√™ quer somente o dia e n√£o √† noite, voc√™ quer somente amor e n√£o √≥dio...

Desculpem, acordem... Isto n√£o vai acontecer; este n√£o √© o modo como as coisas s√£o. Voc√™s ter√° que abandonar ambos, ent√£o surge um mundo totalmente diferente: o mundo do √™xtase. √äxtase √© paz absoluta, imperturb√°vel, nenhum dist√ļrbio por dor ou por prazer. Por fim, ent√£o pe√ßo que a partir de hoje voc√™s todos(as) abandonem toda a defensividade e as armaduras. Comecem o ano novo observando como voc√™s vivem a suas vidas no dia-a-dia, momento a momento. E o que quer que voc√™s estejam fazendo, penetrem nos detalhes...

Apenas observem mais antes de agir pelas emo√ß√Ķes e voc√™s estar√£o prontos(as) para ver o que realmente est√° acontecendo, e o mais importante o que tem acontecido. Voc√™s tem escolhido (e este tem sido o problema) voc√™s tem escolhido uma parte contra a outra, e esquecendo que elas est√£o ambas juntas.

Continuo no ano que vem com um novo tema,

Boa Semana


Vinícius Dottaviano
Doutorando em Psicologia da Arte (Unicamp), Mestrado em Artes e Educação (Unicamp), Pós-Graduação em Psicoterapia Cognitiva/Comportamental (UNIAnchieta de Jundiaí), Bacharelando em Direito pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Psicologia pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Dança e Artes Corporais (Unicamp) e Licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCC.
Email: viniciuspsique@hotmail.com




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