As diferenças entre saber e ignorar (parte 12)

Compartilhar no Facebook

Enviar por email Imprimir este artigo
Vinícius Dottaviano
viniciuspsique@hotmail.com
 

Continuando com o tema, preconizo que tanto os antigos quanto os modernos afirmam que:

1. A verdade é conhecida por evidência (a evidência pode ser obtida por intuição, dedução ou indução);

2. A verdade se exprime no juízo, onde a idéia está em conformidade com o ser das coisas ou com os fatos;

3. O erro, o falso e a mentira se alojam no juízo (quando afirmamos de uma coisa algo que não pertence à sua essência ou natureza, ou quando lhe negamos algo que pertence necessariamente à sua essência ou natureza);

4. As causas do erro e do falso s√£o as opini√Ķes preconcebidas, os h√°bitos, os enganos da percep√ß√£o e da mem√≥ria;

5. A causa do falso e da mentira, para os modernos, também se encontra na vontade, que é mais poderosa do que o intelecto ou o pensamento, e precisa ser controlada por ele;

6. Uma verdade, por referir-se à essência das coisas ou dos seres, é sempre universal e necessária e distingue-se da aparência, pois esta é sempre particular, individual, instável e mutável;

7. O pensamento se submete a uma √ļnica autoridade: a dele pr√≥pria com capacidade para o verdadeiro.

Quando os fil√≥sofos antigos e modernos afirmam que a verdade √© conformidade ou correspond√™ncia entre a id√©ia e a coisa e entre a coisa e a id√©ia (ou entre a id√©ia e o ideado), eles n√£o est√£o dizendo que uma id√©ia verdadeira √© uma c√≥pia, um papel carbono, uma ‚ÄúXerox‚ÄĚ da coisa verdadeira. Id√©ia e coisa, conceito e ser, ju√≠zo e fato n√£o s√£o entidades de mesma natureza e n√£o h√° entre eles uma rela√ß√£o de c√≥pia.

O que os fil√≥sofos afirmam √© que a id√©ia conhece a estrutura da coisa, conhece as rela√ß√Ķes internas necess√°rias que constituem a ess√™ncia da coisa e as rela√ß√Ķes e nexos necess√°rios que ela mant√©m com outras. Como disse um fil√≥sofo, a id√©ia de c√£o n√£o late e a de a√ß√ļcar n√£o √© doce. A id√©ia √© um ato intelectual; o ideado, uma realidade externa conhecida pelo intelecto.

A id√©ia verdadeira √© o conhecimento das causas, qualidades, propriedades e rela√ß√Ķes da coisa conhecida, e da ess√™ncia dela ou de seu ser √≠ntimo e necess√°rio. Quando o pensamento conhece, por exemplo, o fen√īmeno da queda livre dos corpos (formulado pela f√≠sica de Galileu), isto n√£o significa que o pensamento se torne um corpo caindo no v√°cuo, mas sim que conhece as causas desse movimento e as formula em conceitos verdadeiros, isto √©, formula as leis do movimento.

Quando estudamos a raz√£o, vimos os problemas criados pelo inatismo e pelo empirismo. Vimos tamb√©m a ‚ÄúRevolu√ß√£o Copernicana‚ÄĚ de Kant, distinguindo as estruturas ou formas e categorias da raz√£o e os conte√ļdos trazidos a ela pela experi√™ncia, isto √©, a distin√ß√£o entre os elementos a priori e a posteriori no conhecimento.

Com a revolu√ß√£o copernicana kantiana, uma distin√ß√£o muito importante passou a ser feita na Filosofia: a distin√ß√£o entre ju√≠zos anal√≠ticos e ju√≠zos sint√©ticos; foi com estes pensamentos e quest√Ķes que eu iniciei os estudos do meu primeiro mestrado em artes e educa√ß√£o...

Um ju√≠zo √© anal√≠tico quando o predicado ou os predicados do enunciado nada mais s√£o do que a explicita√ß√£o do conte√ļdo do sujeito do enunciado. Por exemplo: quando digo que o tri√Ęngulo √© uma figura de tr√™s lados, o predicado ‚Äútr√™s lados‚ÄĚ nada mais √© do que a an√°lise ou a explicita√ß√£o do sujeito ‚Äútri√Ęngulo‚ÄĚ.

Quando, por√©m, entre o sujeito e o predicado se estabelece uma rela√ß√£o na qual o predicado me d√° informa√ß√Ķes novas sobre o sujeito, o ju√≠zo √© sint√©tico, isto √©, formula uma s√≠ntese entre um predicado e um sujeito. Assim, por exemplo, quando digo que o calor √© a causa da dilata√ß√£o dos corpos, o predicado ‚Äúcausa da dilata√ß√£o‚ÄĚ n√£o est√° analiticamente contido no sujeito ‚Äúcalor‚ÄĚ. Se eu dissesse que o calor √© uma medida de temperatura dos corpos, o ju√≠zo seria anal√≠tico, mas quando estabele√ßo uma rela√ß√£o causal entre o sujeito e o predicado, como no caso da rela√ß√£o entre ‚Äúcalor‚ÄĚ e ‚Äúdilata√ß√£o dos corpos‚ÄĚ, tenho uma s√≠ntese, algo novo me √© dito sobre o sujeito atrav√©s do predicado.

Para Kant, os juízos analíticos são as verdades de razão de Leibniz, mas os juízos sintéticos teriam que ser considerados verdades de fato. No entanto, vimos que os fatos estão sob a suspeita de Hume, isto é, fatos seriam hábitos associativos e repetitivos de nossa mente, baseados na experiência sensível e, portanto, um juízo sintético jamais poderia pretender ser verdadeiro de modo universal e necessário...

Continuo na semana que vem,

Boa Semana


Vinícius Dottaviano
Doutorando em Psicologia da Arte (Unicamp), Mestrado em Artes e Educação (Unicamp), Pós-Graduação em Psicoterapia Cognitiva/Comportamental (UNIAnchieta de Jundiaí), Bacharelando em Direito pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Psicologia pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Dança e Artes Corporais (Unicamp) e Licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCC.
Email: viniciuspsique@hotmail.com




Mais textos deste colunista:
Os Ciclos da Vida Humana! (Parte 08)
Os Ciclos da Vida Humana! (Parte 07)
Os Ciclos da Vida Humana! (Parte 06)
Os Ciclos da Vida Humana! (Parte 05)
Os Ciclos da Vida Humana! (Parte 04)
Os Ciclos da Vida Humana! (Parte 03)
Os Ciclos da Vida Humana!!! (Parte 02)
Os Ciclos da Vida Humana!!! (Parte 01)
Sentimentos Femininos!!! (Parte Final)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 23)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 22)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 21)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 20)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 19)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 18)
Sentimentos Mais Femininos! (Parte 17)
Sentimentos mais femininos! (parte 16)
Sentimentos mais femininos! (parte 15)
Sentimentos mais femininos! (parte 14)
Sentimentos mais femininos! (parte 13)
Sentimentos mais femininos! (parte 12)
Sentimentos mais femininos! (parte 11)
Sentimentos mais femininos! (parte 10)
Sentimentos mais femininos! (parte 09)
Sentimentos mais femininos! (parte 08)
Sentimentos mais femininos! (parte 07)
Sentimentos mais femininos! (parte 06)
Sentimentos mais femininos! (parte 05)
Sentimentos mais femininos! (parte 04)
Sentimentos mais femininos! (parte 03)
Sentimentos mais femininos! (parte 02)
Sentimentos mais femininos! (parte 01)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte Final)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 16)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 15)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 14)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 13)
2016 - Ano Bissext! e Daí? (Parte 12)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 11)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 10)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 09)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 08)
2016 - Ano Bissexto! E Daí? (Parte 07)
2016 - Ano Bissexto! E Daí? (Parte 06)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 05)
2016 - Ano Bissexto! E Daí? (Parte 04)
2016 - Ano Bissexto! E daí? (Parte 03)
2016 - Ano Bissexto! E Daí? (Parte 02)
2016 - Ano Bissexto! e Daí? (Parte 01)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte Final)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (parte 15)
Ttanscendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 14).
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 13)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 12)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 11)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 10)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 09)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 08)
Transcendendo os Fantasmas do Medo (Parte 07)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 06)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 05)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 04)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 03)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 02)
Transcendendo os Fantasmas do Medo! (Parte 01)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte Final)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 31)
Onde tudo começa... em um sonho??? (Parte 30)
Onde tudo começa... em um sonho??? (Parte 29)
Onde tudo começa... em um sonho??? (Parte 28)
Onde tudo começa... em um sonho??? (Parte 27)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 26)
Onde tudo começa... em um sonho? (parte 25)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 24)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 23)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 22)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 21)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 20)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 19)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 18)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 17)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 16)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 15)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 14)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 13)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 12)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 11)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 10)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 09)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 08)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 07)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 06)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 05)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 04)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 03)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 02)
Onde tudo começa... em um sonho? (Parte 01)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 27)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 26)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 25)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 24)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 23)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 22)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 21)
Você conhece o seu Amor??? (Parte 20)
Você conhece o seu amor? (parte 19)
Você conhece o seu amor? (parte 18)
Você conhece o seu amor? (parte 17)
Você conhece o seu amor? (parte 16)
Você conhece o seu amor? (parte 15)
Você conhece o seu amor? (parte 14)
Você conhece o seu amor? (parte 13)
Você conhece o seu amor? (parte 12)
Você conhece o seu amor? (parte 11)
Você conhece o seu amor? (parte 10)
Você conhece o seu amor? (parte 09)
Você conhece o seu amor? (parte 08)
Você conhece o seu amor? (parte 07)
Você conhece o seu amor? (parte 06)
Você conhece o seu amor? (parte 05)
Você conhece o seu amor? (parte 04)
Você conhece o seu amor? (parte 03)
Você conhece o seu amor? (parte 02)
Você conhece o seu amor? (parte 01)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte final)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 60)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 59)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 58)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 57)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 56)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 55)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 54)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 53)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 52)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 51)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 50)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 49)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 48)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 47)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 46)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 45)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 44)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 43)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 42)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 41)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 40)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 39)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 37)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 36)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 35)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 34)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 33)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 32)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 31)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 30)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 29)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 28)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 27)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 26)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 25)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 24)
Por que o Brasil é assim???
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 23)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 22)
O Possível Adeus de Joaquim Barbosa
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 21)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 20)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 19)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 18)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 17)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 16)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 15)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 14)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 13)
Por que protestar nesse "Brasil de meu Deus"?
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 12)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 11)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 10)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 9)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 8)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 7)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 6)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 5)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 4)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 3)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 2)
Realmente temos sa√ļde mental? (parte 1)
As diferenças entre saber e ignorar (parte final)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 15)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 14)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 13)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 11)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 10)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 9)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 8)
E a Verdade Apareceu...
As diferenças entre saber e ignorar (parte 7)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 6)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 5)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 4)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 3)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 2)
As diferenças entre saber e ignorar (parte 1)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte final)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (pen√ļltima parte)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 64)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 63)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 62)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 61)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 60)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 59)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 58)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 57)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 56)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 55)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 54)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 53)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 52)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 51)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 50)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 49)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 47)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 46)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 45)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 44)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 43)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 42)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 41)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 40)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 39)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 38)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 37)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 36)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 35)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 34)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 33)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 32)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 31)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 30)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 29)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 28)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 27)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 26)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 25)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 24)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 23)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 22)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 21)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 20)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 19)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 18)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 17)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 16)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 15)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 14)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 13)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 12)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 11)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 10)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 9)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 8)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 7)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 6)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 5)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 4)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 3)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 2)
Por que existem pessoas que economizam afeto? (parte 1)
Os ciclos da evolução humana (Final)
Os ciclos da evolução humana (parte 37)
Os ciclos da evolução humana (parte 36)
Os ciclos da evolução humana (parte 35)
Os ciclos da evolução humana (parte 34)
Os ciclos da evolução humana (parte 33)
Os ciclos da evolução humana (parte 32)
Os ciclos da evolução humana (parte 31)
Os ciclos da evolução humana (parte 30)
Os ciclos da evolução humana (parte 29)
Os ciclos da evolução humana (parte 28)
Os ciclos da evolução humana (parte 27)
Os ciclos da evolução humana (parte 26)
Os ciclos da evolução humana (parte 25)
Os ciclos da evolução humana (parte 24)
Os ciclos da evolução humana (parte 23)
Os ciclos da evolução humana (parte 22)
Os ciclos da evolução humana (parte 21)
Os ciclos da evolução humana (parte 20)
Os ciclos da evolução humana (parte 19)
Os ciclos da evolução humana (parte 18)
Os ciclos da evolução humana (parte 17)
Os ciclos da evolução humana (parte 16)
Os ciclos da evolução humana (parte 15)
Os ciclos da evolução humana (parte 14)
Os ciclos da evolução humana (parte 13)
Os ciclos da evolução humana (parte 12)
Os ciclos da evolução humana (parte 11)
Os ciclos da evolução humana (parte 10)
Os ciclos da evolução humana (parte 9)
Os ciclos da evolução humana (parte 8)
Os ciclos da evolução humana (parte 7)
Os ciclos da evolução humana (parte 6)
Os ciclos da evolução humana (parte 5)
Os ciclos da evolução humana (parte 4)
Os ciclos da evolução humana (parte 3)
Os ciclos da evolução humana (parte 2)
Os ciclos da evolução humana (parte 1)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 38)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 37)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 36)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 35)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 34)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 33)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 32)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 31)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 30)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 29)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 28)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 27)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 26)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 25)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 24)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 23)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 22)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 21)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 20)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 19)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 18)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 17)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 16)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 15)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 14)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 13)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 12)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 11)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 10)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 09)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 08)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 07)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 06)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 05)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 04)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 03)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 02)
Realmente conhecemos os nossos sentimentos mais íntimos? (Parte 01)
Quem realmente é você? (parte 30)
Quem realmente é você? (parte 29)
Quem realmente é você? (parte 28)
Quem realmente é você? (parte 27)
Quem realmente é você? (parte 26)
Quem realmente é você? (parte 25)
Quem realmente é você? (parte 24)
Quem realmente é você? (parte 23)
Quem realmente é você? (parte 22)
Quem realmente é você? (parte 21)
Quem realmente é você? (parte 20)
Quem realmente é você? (parte 19)
Quem realmente é você? (parte 18)
Quem realmente é você? (parte 17)
Quem realmente é você? (parte 16)
Quem realmente é você? (parte 15)
Quem realmente é você? (parte 14)
Quem realmente é você? (parte 13)
Quem realmente é você? (parte 12)
Quem realmente é você? (parte 11)
Quem realmente é você? (parte 10)
Quem realmente é você? (parte 9)
Quem realmente é você? (parte 8)
Quem realmente é você? (parte 7)
Quem realmente é você? (parte 6)
Quem realmente é você? (parte 5)
Quem realmente é você? (parte 4)
Quem realmente é você? (parte 3)
Quem realmente é você? (parte 2)
Quem realmente é você? (parte 1)
Os caminhos para transcender o labirinto da mente
A generosidade é uma prática do desapego

COMENTE ESTE ARTIGO:
Nome:
Email:

(0 / 255)
O tamanho máximo do comentário é de 255 caracteres.
Atenção!
Você irá receber um email para confirmar seu comentário para que o mesmo seja publicado nesta página, portanto o campo Email é de preenchimento obrigatório e, ao enviar, você assume a responsabilidade pelas suas palavras inseridas neste comentário.
*NOTA : o JornalRMC abre esse espaço para que nossos colunistas exponham, de forma voluntária, seus pontos de vista sobre os assuntos em que são especialistas. Dessa forma, as opiniões apresentadas são de única e exclusiva responsabilidade dos mesmos, não refletindo necessariamente a opinião do portal e de seus editores.

 
SOS Impressoras
Rádio Novo Tempo Campinas
Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas

.: Acessos: 7.160.059 :. | .: desde Agosto/2007 :. | .: contato: imprensa@jornalrmc.com.br :. | .: desenvolvido por: LINDEMUTH Comunicação :.