Sentimentos mais femininos! (parte 02)

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Vinícius Dottaviano
viniciuspsique@hotmail.com
 

Esta semana, vamos discutir alguns aspectos da fisiologia sexual feminina e sua repercuss√£o na intera√ß√£o entre os sexos e na maneira de ser das mulheres... Explico... N√£o posso deixar de fazer algumas observa√ß√Ķes sobre o sexo masculino, uma vez que, infelizmente, ainda nos dias de hoje, o modo de ser de um sexo tem sido definido a partir do outro...

Preconizo que n√£o seja uma boa postura intelectual essa de, por exemplo, atribuirmos emotividade e maior sensibilidade ao feminino, e considerarmos racionalidade e maior agressividade peculiaridades do masculino; pois, mesmo com os grandes avan√ßos e estudos de g√™nero, acredito muito que ainda √© muito dif√≠cil saber o quanto isso √© de todo verdadeiro e o quanto realmente os homens escondem sua emotividade e as mulheres sua racionalidade, sempre com o prop√≥sito de ‚Äúse moldar‚ÄĚ nos modelos sociais, religiosos e culturais preestabelecidos.

Sendo assim, procuro muito no meu consult√≥rio, sempre tentar distinguir com a maior clareza poss√≠vel entre aquilo que s√£o os atributos do feminino e o que √© parte do seu papel social/cultural/religioso; isto √©, entre o que seja genuinamente produto da natureza feminina e o que s√£o as proposi√ß√Ķes sociais, religiosas e culturais que buscam definir e impor certas posturas para as mulheres de uma determinada √©poca, sociedade e cultura.

Para mim, o ideal seria o feminino ser estudado √† parte, (como Freud tentou) sem qualquer tipo de compara√ß√£o com o masculino e vice-versa. Talvez consigamos, aos poucos, atingir esse objetivo, condi√ß√£o na qual poder√≠amos, finalmente, saber como √© constitu√≠do cada um dos sexos. Pois, na realidade, a maioria dos homens se comportam com a finalidade √ļnica de impressionar, agradar ou agredir as mulheres, e o mesmo acontece com elas consciente e ou inconscientemente falando.

Outro dado √© poss√≠vel que, acreditem, uma parte importante do que entendemos at√© hoje por feminino esteja sendo definida em fun√ß√£o do masculino e que o contr√°rio tamb√©m seja verdadeiro. Comp√Ķe-se um tipo de c√≠rculo vicioso derivado da intera√ß√£o entre os sexos que, por vezes, torna muito dif√≠cil o entendimento dos ingredientes a√≠ envolvidos.

Exemplos: ‚ÄúAlgumas considera√ß√Ķes sobre o que sou capaz de observar e que considero imprescind√≠vel no c√≠rculo vicioso em que vivemos h√° mil√™nios e do qual ainda n√£o conseguimos nos libertar. V√°rias pesquisas, at√© agora muito escassas, que dever√£o ser feitas nessa √°rea da subjetividade humana n√£o s√£o filigranas. Elas tratam de algumas das particularidades essenciais da nossa esp√©cie e que influ√≠ram e muito em todos os processos que culminaram com a elabora√ß√£o das regras que norteiam nossa vida social, cultural e religiosa‚ÄĚ. (crivo meu).

Assim sendo, a quest√£o sexual em geral e a das diferen√ßas entre os sexos em particular s√£o de capital import√Ęncia para o entendimento da psicologia humana (e de alguns aspectos da pr√≥pria fisiologia sexual) e para o estudo e compreens√£o dos aspectos socioecon√īmicos da nossa vida em grupo. Essa abordagem mais abrangente da quest√£o sexual tem assumido uma import√Ęncia crescente, uma vez que tem se revelado muito mais frut√≠fera do que aquela que apenas levava em considera√ß√£o os aspectos pr√°ticos e t√©cnicos capazes de aprimorar a intimidade entre homens e mulheres.

Preconizo novamente, que o objetivo de todas as observa√ß√Ķes e estudo devem focar e buscar contribuir para ajudar no entendimento e liberta√ß√£o de complexos ingredientes que consideramos parte da rela√ß√£o entre os sexos; como s√£o procedimentos que se repetem h√° muitas gera√ß√Ķes, fazem parte da nossa cultura de modo t√£o arraigado que os vemos como naturais. E pior, cada nova gera√ß√£o se contamina muito rapidamente com o c√≠rculo vicioso negativo e percebe, com maior ou menor clareza, que as rela√ß√Ķes entre os sexos s√£o tensas, de disputa e implicam num tipo de rivalidade no qual humilhar o sexo oposto parece ter se constitu√≠do num prazer. Adolescentes de ambos os sexos, mas principalmente os rapazes, d√£o claros sinais de sentirem os golpes iniciais dessa guerra entre os sexos, cujos primeiros movimentos parecem mais favor√°veis √†s mulheres ou, ao menos, a muitas delas.


Continuo na semana que vem


Boa Semana




Vinícius Dottaviano
Doutorando em Psicologia da Arte (Unicamp), Mestrado em Artes e Educação (Unicamp), Pós-Graduação em Psicoterapia Cognitiva/Comportamental (UNIAnchieta de Jundiaí), Bacharelando em Direito pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Psicologia pela Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí/SP, Licenciado em Dança e Artes Corporais (Unicamp) e Licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCC.
Email: viniciuspsique@hotmail.com




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