“Coluna Giro Mix passa a ser publicada semanalmente no Jornal RMC, com o propósito de destacar os principais acontecimentos sociais e culturais das 19 cidades que compõem a Região Metropolitana de Campinas.
Neste seguimento, a Coluna Giro Mix vai evidenciar também gente famosa, importante,
bonita e elegante que freqüenta os eventos mais badalados.”


  PLANO DE SAÚDE
postado em: 15/08/2017
Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) do final do ano de 2016 até o primeiro semestre de 2017, mais de dois milhões de pessoas deixaram de pagar planos privados e migraram para o Sistema Único de Saúde (SUS) pelo simples fato de não conseguirem acompanhar os altos índices de reajustes. Uso como exemplo a UNIMED, o maior operador de planos de saúde do Brasil, presente em 83% do território nacional, que paga cifras bilionárias em patrocínios para times de futebol e outros esportes. Se este montante de dinheiro não fosse direcionado aos patrocínios e fosse usado para baratear o custo dos planos e remunerar melhor os médicos cooperados, não haveria tanta evasão. O que o povo quer é um atendimento médico a contento e preço justo nos planos.

CATADORES DE RECICLÁVEIS
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) estima que existem no Brasil entre 400 mil e 600 mil catadores de materiais recicláveis, trabalhando em condições extremamente precárias, muitas vezes em lixões a céu aberto e com risco de contaminação e transmissão de doenças. Concordo que esses trabalhadores são agentes essenciais para a reciclagem no país, mas este meu texto de hoje é sobre estes veículos que perambulam pelas ruas da cidade sem nenhuma condição de trafegar. Normalmente são veículos em péssimas condições de uso, pondo em risco não só o condutor, mas outras pessoas. Basta dar uma volta pela cidade e encontramos caminhões e kombis transportando recicláveis com o volume de carga acima do limite. Não sou contra quem quer trabalhar, mas tem haver responsabilidade do condutor e das autoridades. Agora, o que me causa estranheza é o fato dos “amarelinhos” fazerem vistas grossas a estes tipos veículos, não os tirando de circulação e multando outros veículos em perfeitas condições de uso.
 
INDÚSTRIA DAS MULTAS
É lamentável e porque não dizer constrangedora a situação gerada pelos políticos, que só criam leis que vão contra o cidadão honesto deste País. Refiro-me, entre muitas outras coisas, a indústria das multas de trânsito. Os radares, os “tais pardais” que na maioria das vezes não são aferidos como deveriam, são colocados em pontos estratégicos, do tipo “pegadinha”, com o único proposito de autuar, ou melhor, “meter a mão no bolso” do motorista desavisado. Um dos absurdos que acontecem, por exemplo, são as placas sinalizando 100 Km/h e logo na frente surge outra de 90, 80,70 ou 60 km/h. O que me causa estranheza são as autoridades insistirem em querer justificar o injustificável, dizendo que os radares são importantes para a segurança dos motoristas e evitam acidentes de trânsito. Uma pesquisa realizada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária demonstrou que no Brasil, ao contrário de outros países, é mais perigoso ser vítima de trânsito que de homicídio ou câncer e a embriaguez é a principal causa. A única desculpa das autoridades é a falta de fiscalização. As blitz que deveriam ser mais frequentes, raramente são vistas onde deveriam. Os fiscais de transito (os amarelinhos) daqui de Campinas não tem nenhuma qualificação técnica para multar. As autuações, na maioria das vezes, não trazem fotografia ou qualquer outra prova de que foi o próprio veículo o autuado. Conheço um caso absurdo em Campinas de um automóvel que foi multado por trafegar “sem capacete”. O mesmo recorreu e o recurso foi indeferido.
 
Fotos

 
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