Inglês pelo telefone, o idioma do momento Autor: Marisa Bravo
Foto: Divulgação
Logomarca e ilustração das aulas
Com a globalização, cresceu o número de contatos entre empresas brasileiras e estrangeiras que exigem o conhecimento de um língua ainda pouco conhecida: o inglês pelo telefone. Diferente do inglês usual, o inglês pelo telefone é mais sintético, usa e abusa de siglas e vai direto ao ponto.
Segundo Carol Olival Trovó, Diretora Pedagógica do Wall Street Institute, uma escola de inglês global com unidades no Brasil, é grande a demanda de empresas por cursos específicos de inglês pelo telefone, normalmente oferecidos a secretárias executivas:
“Tanto os norte-americanos quanto os usuários de inglês na maior parte do mundo valorizam a objetividade nos contatos. Quando esses contatos são por telefone, dado ao custo das ligações internacionais, aprofunda-se a necessidade de objetividade, o que acaba gerando uma sub-língua, um modo diferente de falar que precisa ser ensinado”, explica Trovó.
Outro dado a favor da objetividade no inglês pelo telefone está no fato de que o inglês é, mais do que nunca, a língua dos negócios, usada, inclusive, pela maioria absoluta dos empresários chineses que começam a fazer negócios com países em todas as partes do mundo:
“Quando diferentes países e diferentes culturas começam a usar uma mesma língua, a diferença marcante vai residir nos sotaques. O inglês falado nos Estados Unidos é diferente daquele usado por muitos indianos e torna-se quase incompreensível quando usado por alguns grupos sociais como russos, árabes ou paquistaneses, daí porque a objetividade nos contatos telefônicos assume importância decisiva”, assinala.
A prova de que o inglês pelo telefone está se tornando uma sub-língua está no fato de que a escola dirigida por Trovó criou cursos específicos para essa atividade, normalmente destinados a secretárias executivas, com turmas cheias:
“No próximo dia 28 de julho começamos outra turma, mas já temos demanda para mais não apenas em São Paulo como em outras regiões do país”, constata Trovó.
Serviço:
Wall Street Institute - School of English
http://www.wallstreetinstitute.com.br