Estudantes transformam teoria em soluções reais e constroem cidade inteligente durante imersão
Segunda edição do PoliTech desafia alunos a integrar soluções de energia, mobilidade e infraestrutura com foco em sustentabilidade
Entre os dias 24 e 26 de abril, estudantes do Ensino Médio do Poliedro de São Paulo, São José dos Campos e Campinas participaram da segunda edição do PoliTech, iniciativa que reforça a proposta de conectar teoria e prática no universo das engenharias, tecnologia e inovação. Durante a imersão, os alunos foram desafiados a desenvolver, em equipe, projetos voltados à construção de uma cidade inteligente e sustentável.
Nesta edição, a experiência foi guiada por uma narrativa imersiva que deu contexto aos desafios propostos. Logo no início, os estudantes foram inseridos em um cenário apocalíptico e passaram a assumir o papel de engenheiros responsáveis por reconstruir uma comunidade em colapso.
Com o objetivo de engajar os alunos e estimular a aplicação prática do conhecimento, a experiência seguiu o formato de um hackathon, em que equipes se dedicam, de forma intensiva, ao desenvolvimento de soluções em um curto período. “O ponto alto do Politech, para mim, foi poder desenvolver a capacidade de perceber que podemos fazer muitas coisas em diversas áreas diferentes, desde habilidades manuais até habilidades técnicas, além de estar sempre trabalhando em equipe e se autogerindo, sem depender da presença de um professor” afirma Samuel Coelho, 15 anos, estudante da 1ª série do Ensino Médio do Colégio Poliedro, na unidade Campinas.

Créditos da Imagem: Poliedro
A dinâmica foi estruturada em duas etapas: primeiro, os grupos desenvolveram elementos fundamentais da cidade — como energia, mobilidade e estruturas —; depois, integraram esses componentes em um sistema funcional. O processo envolveu desde a criação de edifícios automatizados e robôs autônomos até soluções de geração e conversão de energia.
Na fase de integração, os projetos passaram a operar de forma conjunta, evidenciando a interdependência entre os sistemas. Ao longo da experiência, os estudantes enfrentaram desafios progressivamente mais complexos, desenvolvendo competências como pensamento crítico, adaptação e trabalho em equipe. “É uma ótima maneira de nos preparar para quando entrarmos no mercado de trabalho e ter que desenvolver projetos” afirma Vinícius Miragaia, 16 anos, aluno da 2ª série do Ensino Médio no Colégio Poliedro, na unidade de São José dos Campos.
Para Natanael Soares, coordenador pedagógico, o PoliTech amplia o papel do aprendizado. “O estudante utiliza o repertório adquirido em sala para atuar na construção de soluções. Quando percebe a engenharia como ferramenta para resolver problemas reais, o aprendizado se torna mais significativo e aplicado.”, afirma.
Ao mesmo tempo, Rafael Araújo, diretor pedagógico dos colégios de São Paulo, também acredita nesse potencial. “O Politech foi pensado para ser um espaço de desenvolvimento do trabalho em equipe, competência fundamental para o mercado de trabalho, qualquer que seja a área de atuação. Mas, principalmente, sendo um evento sobre tecnologia, o projeto tem o objetivo de desenvolver a consciência cívica dos nossos estudantes, para que sejam cidadãos responsáveis e possam contribuir para um mundo melhor e mais sustentável,” afirma o diretor.
Sobre o Colégio Poliedro
Com Escolas Próprias em São José dos Campos, São Paulo e Campinas, o Colégio Poliedro já beneficiou mais de 20 mil estudantes ao oferecer uma educação integral que vai muito além da sala de aula.
Fundamentado em uma metodologia de excelência, baseada na formação acadêmica e humana, no apoio pedagógico e na tecnologia, o Poliedro desenvolve o aprendizado para a vida toda, potencializando competências e formando cidadãos atuantes que farão a diferença na construção de um mundo melhor. Para mais informações, acesse o site.