Potencializando vozes: “Abraçando Histórias” busca o lado mais humano do refúgio no Brasil

Projeto destaca experiências dos professores refugiados e migrantes em comemoração aos 5 anos da ONG Abraço Cultural

Em comemoração aos 5 anos de existência, o Abraço Cultural, ONG e escola de idiomas com professores refugiados e migrantes, apresenta o projeto “Abraçando Histórias”, como uma forma de desmassificar as experiências de refúgio e contar histórias a partir das vivências positivas de seus protagonistas. 

Apesar de não amplamente discutida, a situação do refúgio ainda é uma realidade bastante atual. Segundo últimos dados divulgados pela Acnur, 79,5 milhões de pessoas foram forçadas a se deslocar no mundo até o final de 2019. Em comparação com os últimos 10 anos, o refúgio praticamente dobrou. 

Nas palavras da coordenadora da sede da escola em São Paulo, Mariangela Garbelini: o “‘Abraçando Histórias’ nasceu da mesma força que impulsionou a criação do Abraço Cultural em 2015: o desejo de ouvir as pessoas que historicamente são invisibilizadas. Queremos contar histórias que nem sempre são contadas, histórias que vão além do que a grande mídia nos conta, histórias de pessoas que têm um filme preferido, uma comida preferida ou que não têm preferência nenhuma. Histórias de pessoas que vivem a cidade de São Paulo em diferentes intensidades e, ao mesmo tempo, em sintonia com as mais de 20 milhões de pessoas que movem a capital. Histórias de pessoas comuns e excepcionais”. 

Inspirado na iniciativa do Humans of New York, a campanha reúne histórias curtas de cada um dos professores que integram o corpo do Abraço Cultural SP, colocando-os como pessoas com desejos, interesses, e pensamentos próprios. A cada semana, de 08/07 a 16/09, será possível acompanhar um texto novo no blog, além de trechos em vídeos no Facebook e Instagram do Abraço Cultural. 

Ajude a potencializar essa ideia! 

Acompanhe, compartilhe, curta e interaja. Ajude a desmistificar e desmassificar o refúgio no Brasil, trazendo mais conhecimento para causa e uma humanização das histórias vividas. 

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