Bares e restaurantes da região de Campinas geram 979 novos empregos em fevereiro; maior número em 26 meses
RMC representa 9,56% das vagas criadas no Estado de São Paulo em fevereiro
Após quatro meses com saldos negativos, o grupo Alimentação voltou a registrar alta na geração de empregos na Região Metropolitana de Campinas (RMC). E a retomada em fevereiro apresentou números fortes, segundo os registros do Cadastro Geral de Empregos e Desempregado (Caged)., do Ministério do Trabalho, divulgados nesta terça-feira (31). Foram registradas 4.000 admissões e 3.021 demissões nos 20 municípios que integram a RMC, com um saldo de 979 novos empregos formais. Em todo o Estado foram abertos pelo setor 10.241 novos postos com carteira assinada.
Em janeiro, 14 cidades tiveram mais admissões que admissões, fechando o mês com saldo positivo. Os destaques ficaram para Campinas (377), Holambra (160), Hortolândia (120), Sumaré (119) e Indaiatuba (74). Nova Odessa (-06), Monte Mor (-04), Pedreira (-02), Santo Antônio de Posse e Valinhos, ambas com (-01 cada), fecham fevereiro com redução de postos. Somente Jaguariúna teve o mesmo número de contratações e demissões.
Além de reverter uma série de quatro meses de saldo negativo, iniciada em outubro do ano passado, os dados do Caged também mostram que o volume de geração de empregos na região foi o maior desde janeiro de 2024, quando a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) Regional Campinas iniciou o acompanhamento mensal do setor. No acumulado de 2026, o setor tem um saldo de 724 novos empregos.
Para o presidente da Abrasel Regional Campinas, André Mandetta, existem dois pontos importantes a serem destacados nos números de janeiro. “Primeiro, a força do setor de alimentação fora do lar na região dentro da economia estadual. Os 979 novos postos representam 9,56% das contratações em todos o Estado”, destaca. “O segundo ponto é a resiliência do setor, que após quatro meses volta a registar saldo positivo, com o melhor desempenho dos últimos 24 meses”, acrescenta ele.